Mais Uma de Amor…

Uma das conversas mais profundas que tive foi com Júlia Márcia, parece que foi ontem, ela com o namorado no colo e nós duas conversamos no meio do show sobre se apaixonar, enamorar… Um pouco bêbadas, confesso, mas simplesmente inacreditável.

Parecia que o mundo tinha parado, duas amigas discutindo o que era o amor e como era gostoso sentí-lo, nem que fosse por alguns instantes. Eu não acredito que o amor seja eterno, acredito que ele deve se renovar sempre. Também não acredito que haja três ou quatro tipos de amor, como não há vários tipos de ciúme ou inveja. Amor é um só. A diferença do amor carnal é que por não ter laços de sangue é necessário, sempre, renová-lo. É preciso conquistar a pessoa amada sempre, cuidar do amor e protegê-lo.

Acho que sai do assunto…

Então, talvez, você possa se apaixonar por alguns instantes e seguir sua vida como se aquele amor nunca tivesse acontecido. Alguns amores deixam marcas, te ferem até a alma, outros se vão de uma maneira tão tênue e doce que você mal saberá como foi que ele chegou.

Assim, hoje eu recomendo que acredite no recomeço, que mesmo ferido por outro ou pelo mesmo tenha intensão e desejo de recomeçar. Seja capaz de perdoar o perdável, aceitar o aceitável, entender o inaceitável, pesar o passado e quem sabe,?, recomeçar. Se não for possível recomeçar com um… Recomece com outro, sinta o frio na barriga, o medo, o prazer, a loucara e comece tudo outra vez. Amar é muito bom, sabemos.

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Sex and the City (a série)

Enquanto não vou assistir ao filme (vou sábado com Cibelly), falo sobre a série

Uma série que fala sobre amizade, amor e moda (não nessa ordem) para as mulheres, transformou-se num sucesso mundial levando Sarah Jessica Parker ao statu de diva da moda, a “rainha Midas” da moda.

As garotas são de Manhatan, mas poderiam morar em Tambaú, Cabo Branco, Copacabana, Boa Vista…Qualquer canto do mundo, porque o assunto que elas abordam não precisa de nacionalidade, é universal, as quatro amigas – Samantha, Miranda, Charlote e Carrie – em algum momento de sua vida, você tem a certeza de que ela está falando para você.

Se você acompanha a série, você tem aquele episódio que diz: “Esse episódio foi feito pensando em mim!”.

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Soluções

Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas“. E não falo de pessoas, falo da sua situação. Sim, do momento que você está rodeado. Eu sei que é duro ouvir isso e que seria mais fácil culpar alguém. Mas você é responsável pelo que faz da sua vida.  Aceite a responsabilidade e comece a pensar que se você é responsável, você também é a solução.

Se tem problemas com baratas, com sua família ou profssional. Você é a solução dos seus problemas. Dentro de você encontra-se tudo que precisa para melhorar sua vida e atrair o que necessita. Basta ter força de vontade.

Se o chamado do bar é irrestível, a única pessoa capaz de fazer você ficar em casa é você.  Se a preguiça te faz passar a tarde no sofá, a única pessoa capaz de fazê-lo levantar é você.  Se não ama sua esposa, a única pessoa capaz de fazê-lo voltar a amá-la é você.

Soluções não surgem de fora para dentro, não dá para mudar o universo, o passado ou o mundo, mas pode mudar a si próprio. Soluções precisam de querer, mudanças precisam de querer. Então, não basta dizer “eu quero mudar” e esperar que o universo lhe mude, é necessário exercitar o músculo da mudança. Comece com algo simples e torne isso um hábito (que tal comer verdura? ou tomar mais água?) e depois aumente o grau da mudança. Lembre-se a única pessoa responsável por você é você mesmo. Você não pode controlar o trem, mas pode decidir se ficará dentro ou na frente dele. Assuma as consequências e seja senhor e mestre do seu destino.

Exercício de hoje: Faça um plano ou uma promessa e tente cumprí-lo. Pode ser algo simples.

Quem me conhece sabe que tenho muita dificuldade em deixar meu guarda-roupas (só isso?) arrumado. Então, prometi que deixarei meu guarda-roupas arrumado por 30 dias. “É um pequeno passo para a humanidade, mas um grande passo para Márcia”

A estrada…

pincel-na-estrada

Muitos autores costumam comparar a vida a uma estrada, para mim, não há comparação melhor. Imaginar a vida como uma estrada longa, cheia de curvas e bifurcações onde podemos encontrar pessoas ou nos separar, “sua história comigo termina por aqui” e aqueles que antes seguiam juntos dobram em sentidos contrários, um pela direita e outro pela esquerda. Você pode até sentir o barulho do coração partindo. E o amargo sabor do adeus, que rasga as entranhas de quem acreditava que ainda era possível seguir junto.  Quer coisa mais amarga?

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