Eu já fui…

Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre o mundo…

 

Loira:

Morena:

 

Ruiva:

Então, acreditem quando falo que o ideal é deixar o cabelo ao natural. Estraga bem menos o cabelo e a pessoa sem retoque tem aquele charme de ser natural. Num mundo tão arficial pessoas sem retoque, sem química e etc, deveriam ter um ponto a mais.

Mas além disso, se querem uma dica vermelho dá muito trabalho, retoque é quase quinzenal, desbota nas roupas e em todos os tecidos. O loiro requer muito cuidado e se seu cabelo estiver estragado o loiro logo deixará em evidência.

Confesso, que adorava ser ruiva. Eu usava uma tinta deliciosa, de nome cereja, que nos primeiros dias deixava meu cabelo com cheirinho de cereja (super cara!). Mas, como disse, requer um dinheiro que na época era bem acima das minhas posses cada tinta era R$25,00, além do shampoo, condicionador, creme e silicone que eu usava eu gastava quase 100 reais por mÊs com meu cabelo.

Num dia de loucura fui para o salão e pedi para ficar loira. Fiquei super loira. Ai meu cabelo foi para o espaço, tive que escurecê-lo e começar o ruivo todo de novo. Eu não pretendia voltar a ser morena, mas Natalício preferia e eu estava gastando todo meu dinheiro com meu cabelo, então, acabei unindo o útil ao agradável.

Albemária, minha amiga, também já foi loira, mas acho que ela ficou melhor morena:

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Noivamos

Eu sei que prometi nunca mais sumi, mas a vida anda muito ativa e fica difícil não sumir desse jeito

Peço desculpas pela falta de tempo, meu noivo vive me dizendo vá escrever no seu blog, não abandone seu blog. Mas é difícil não abandonar. Peço que me desculpem!

Em primeiro lugar: NOIVEI!!!! Sim, fiquei noiva. Não foi exatamento do jeito que tínhamos planejado, mas quem disse que a vida tem que ser exatamente  como planejamos?

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Sex and the City (a série)

Enquanto não vou assistir ao filme (vou sábado com Cibelly), falo sobre a série

Uma série que fala sobre amizade, amor e moda (não nessa ordem) para as mulheres, transformou-se num sucesso mundial levando Sarah Jessica Parker ao statu de diva da moda, a “rainha Midas” da moda.

As garotas são de Manhatan, mas poderiam morar em Tambaú, Cabo Branco, Copacabana, Boa Vista…Qualquer canto do mundo, porque o assunto que elas abordam não precisa de nacionalidade, é universal, as quatro amigas – Samantha, Miranda, Charlote e Carrie – em algum momento de sua vida, você tem a certeza de que ela está falando para você.

Se você acompanha a série, você tem aquele episódio que diz: “Esse episódio foi feito pensando em mim!”.

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Cartas

Quando mais eu recebia muitas cartas, eram cartas da minha amiga Araceli (nossa que saudades), da minha amiga Stefany, Roberta, das amigas de Pombal, Kaline, Camila… Era muita gente! Outro dia ainda recebi uma carta de Ana Luiza (vou até responder). E isso era muito bom, sabe, aquela espera, o sabor de comprar selos e vê no correio um envelope bonito dedicado a você. É tudo de bom!

Ramon, meu irmão caçula, uma vez fez um anúncio na revista Carícia, vocês lembram? E recebeu várias cartas, juro, umas cinquênta por dia. E eu acabava respondendo as cartas por ele que detestava escrever.

E engraçado, que mesmo adorando receber cartas e escrevê-las eunão envio mais cartas. Peguei o endereço de Kaline em São Paulo e nem tive o trabalho de enviar a carta. Bom, o caso é que agora vou me ocupar em escrever cartas. 

O e-mail é interessante, mas nada se compara a escrever uma carta, abrir seu coração em papel e depois arrancá-lo. E quem recebe? Você vê a letra da pessoa, saber que ela escreveu de seu próprio punho para você é muito gostoso e pessoal

Então, leitor se você quiser escrever cartas e se corresponder comigo, mande seu endereço por e-mail. Prometo enviar uma cartinha 😉

E eu fiquei vendo Santa Rita, curtindo os lugares as praças sobre a narração de Josean, amigo de Natalício. E fiquei pensando o quanto gostaria de morar num lugar assim. Talvez por isso, essa vontade de voltar a Pombal. Ter uma praça para passar o final da  tarde, caminhar até a casa da vizinha (que por um acaso é sua tia). Levar nosso filho a pé até a escola.

Acho que já contei a vocês que morei num lugar assim, o conjunto onde passei minha infância – Conjunto Água Fria. Um lugar como poucos que você poderá vê nesse país, um pedacinho do interior no meio da capital. Quando a vizinha fazia um bolo deixava um pedaço na minha casa, faltava um ovo ou manteiga buscávamos na casa da vizinha. Quando havia aniversários toda a rua estava convidada e nas férias não faltava lugar para a gente ir. Todos os portões estavam abertos. Nesse mesmo lugar havia festa de São João, Natal, Gincana e Olímpiadas. As mulheres organizavam o mês de maio para haver novenas em todas as casas e no último dia era uma festa com crianças vestidas de anjinho carregando a santa ao som da AVE MARIA. É com muita saudade que lembro do conjunto que passei minha infância.

Em lugares assim a qualidade de vida superior a que temos em João Pessoa, onde está cada vez mais difícil caminhar a pé pela cidade, andar de bicicleta ou qualquer coisa sem ser assaltado. E olha que essa ainda é uma cidade como poucas.

Mas a vida ainda é simples e boa. Em Santa Rita não teríamos parentes próximos, em Pombal não teríamos o mar ou o clima de João Pessoa. Em João Pessoa falta a paz de viver em Pombal, só que ainda há a paz. Acho que não dá para juntar tudo num canto, né? A paz que há naquelas ruas de Santa Rita, minha família de Pombal, a qualidade de vida do conjunto e a localização e o clime de João Pessoa

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