Apaixonar-se

Estar apaixonado não é algo simples, precisa de coragem.
Apaixonar-se é deposita parte de sua felicidade aos pés de outro.
É arriscar! Apostar em sorrisos, carinhos e torcer que sua intuição esteja certa. Algumas vezes não estará e o cavalo que você apostará cairá antes de chegar a linha de chegada, mas valeu a tentativa. Nesse momento você sentirá o sabor de desamor, sentirá o amargar da desilusão. Mas, apaixonar-se também requer esperança. Requer perseverença! Coragem de seguir em frentem, de arriscar-se novamente, quem sabe da próxima vez?
Gostaria que algum casal feliz me dissesse qual o grau de segurança em relação ao sentimentos do outro. Não acho que eu seja anormal pela insegurança, acho que a insegurança me faz normal.

Apaixonar-se é atirar pedras em uma janela desconhecida e torcer que quem abra seja especial. Por que não podemos ficar inseguros diante da janela desconhecida? E se um Ogro abrir? E se um Ogro em pele de príncipe abrir? E se o Príncipe tornar-se um Ogro? E se… Fecharem a janela? Não sei o que é pior.
Apaixonar-se é despir-se de medo. É subir num vale e jogar-se, se for correspondido alguém aparará sua queda, caso não. Deus lhe pague!  Pague a dedicação, pague o apego, pague a frustração, pague a infelicidade… Mas tudo na vida é experiência.
Costumo me descrever como uma pessoa que faz tudo por amor, nenhuma frase descreve melhor minha capacidade como essa “a medida de amar é amar sem medida. Velocidade máxima permitida”. Eu não amo pela metade… Eu não sei viver meio amor, sei vivê-lo todo. As pessoas que amo sabem que serão amadas até quando hover amor, pois faço questão de dizer.


Quando eu terminava um namoro sempre ficava retirando pedaços de frase que me faziam parte de mim e pior é que eu sempre acabava brega, que vergonha. Mas quem disse que amar não é brega? E sofrer por amor? Cafonérrimo, sua avó já sofre e com certeza suas netas sofrerão. Enfim, uma das partes que eu tirei era essa “E agora, me benzinho, como faço para te esquecer? A vida não vale nada quanto mais não tendo você. Volta! Pois eu não quero sofrer…”, e a outra era “O que eu faço com esse amor inútil sem você para amar…”, não sei o que era pior.

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