Eu não tenho o hábito de colocar qualquer coisa no rosto, vocês vão me achar metida, mas não compro maquiagem que não sei o fabricante. Por isso estou sofrendo
. A avon parou de produzir blushs bronze e o que eu so na natura (minha tia deu) custa R$59,00 ou o refil 47,00- FACADA!!!! Então, estou a procura de novas alternativas, droga! Acho que hoje vou ao hiper só olhar isso.
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Raiva da avon…
Marketing – real beleza e sustentabilidade
Estou inaugurando a categoria MARKETING no Blog, todo dia 10 haverá algo sobre MARKETING, PROPAGANDA e entrevista com profissional da área.
Quando fazia econômia meu assunto favorito era “microeconomia“, tratávamos o comportamento do consumidor perante o mercado, o que fazia ter determinadas escolhas.
Já em administração meu assunto favorito é justamente Marketing pelo mesmo motivo o comportamendo do consumidor perante o mercado. Tento entender como uma propaganda consegue influenciar uma pessoa. Já pensou o que tem atrás dela? Por que aquele “logo” da coca-cola tem faz desejar uma coca-cola geladinha? O que te faz escolher entre produtos semelhantes, com preços semelhante? Qual o objetivo da empresa a utilizar aquele tipo de mídia, aquele texto, aquele formato e principalmente aquele interlocutor quais foram as pessoas consultadas e se deu certo.
O que faz uma empresa querer Reynaldo Gianecchini dançando de cueca? Algum objetivo deve ter, né? Talvez a simples necessidade de chamar atenção ao assunto ou fazer a estranha conexão na cabeça do consumidor de que se Gianecchini dança de cueca é porque com certeza essa pasta serve só com um pinguinho. Bem, todo o caso RG de cueca ficou na minha cabeça, se era esse o objetivo da empresa, eles conseguiram!
Foi-se o tempo que a empresas achavam que estavam “prestando favores” – hoje os empregados são colaboradores e os clientes associados. O objetivo dessas organizações é ultrapassar barreiras, vender soluções. Conviver numa perfeita simbiose com o consumidor, esse deixou de ser a base da pirâmide organizacional. Ele é, simplesmente, a razão de ser da empresa: ocupar todos os espaços, suprir todas suas necessidade e ainda enchê-lo de experiências positivas. Mais do que conquistar clientes é importante não perdê-los – catíva-los. “Cliente insatisfeito só na concorrência”. Por isso as empresas investem em diversidade, algumas são tão diversificadas que o cliente não sabe que consome uma ramificação dessa empresa.
O exemplo hipotético é um consumidor, muito fã da coca-cola não aceita que haja uma concorrente a altura do produto amado e jura fazer um boicote a PEPSI, mas ele não sabe que a PEPSI não é o único produto da PEPSCO.INC – empresa que fabrica a PEPSI - sua linha de produção vai além desse refrigerante, tem também: Elma Chips; Gatorade; Toddy; Toddynho; Quaker Oats; Coqueiro; Clube Cheetos; H2OH! Ou seja, ele teria que deixar de consumir sua “coca-colinha com ruffles”. E eu não quero nem pensar nas gigantes como UNELEVE que fabrica alimentos, produtos de beleza, produtos de limpeza e higiêne pessoal. Como disse não basta só vender um produto é necessário diversificar para cercar o cliente. Transformar a relação de dependência do fornecedor em relação de interdependência entre fornecedor e consumidor.
O custo da propaganda é medida pelo seu retorno. Se não há clientes a propaganda foi um fracasso. Para isso o profissional de marketing tem que entender o comportamento do seus clientes: quem são, onde frequêntam, quais lugares podem ter acesso a marca e o que fazer para atingi-lo. O mercado tem que ser feito para todo tipo de pessoa, mas a propaganda necessita de um estudo para saber qual é a parcela da população que você deseja atingir. Ao tentar atingir todos, tenha certeza, você não atingirá ninguém. É só você lembrar, homens são de marte e mulheres de vênus. Difícil você fazer uma propaganda que atinja pai, mãe, filhos e avós. Um exemplo bom, é imaginar colocar alguém que representa a cara da “classe E” para aparecer numa propaganda para a “classe A”. Ela chega, mostra a bolsa de R$3.000 e diz levará, por ser um produto exclusivo, de elite e charmoso. O que as consumidoras dessa marca vão pensar? Que tal bolsa é acessível e essa propaganda não fará sucesso. Mesma coisa é pedir para Cristiane Torlonni fazer uma propaganda de um procuto para as classes D e E, com certeza, essa classe não se sentirá atingida, vão achar que o produto é caro e que não é para eles.
Outro dia, falei para vocês sobre a campanha de produtos como DOVE e NATURA que exploram a real beleza. Na “era da informação” a onda agora é ser “legal”: sustentável e ter responsabilidade social. É saber que o consumidor quer muito mais que produtos de qualidade ele quer sentir-se valorizado. E essas empresas são exemplos nesse tipo de campanha. A utilização de mulheres reais, com “feiurinhas” e uma beleza saudável. Lembrar que o culto a formas magras estão destruindo a mente, afetando a auto-estima de muitas adolescentes. Isso tudo é marketing e não se enganem no fundo, no fundo eles querem vender e se essas campanhas lhe afetam o objetivo foi atingido.
No entanto, pesquisa relacionada a esse tipo de propaganda ou insentivo mostra que o consumidor gosta, acha importante tais propagandas, mas na hora de comprar um produto o preço ainda pesa.
Abaixo, dois tipos de propaganda sobre a real beleza (dove) e sustentabilidade e real beleza (natura)
Próximos assuntos:
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